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Sobre a Cidade

HISTÓRIA TEATRO MUNICIPAL

O Theatro Municipal de São João da Boa Vista, foi construído em 1913 e inaugurado em 8 de novembro de 1914, projetado pelo arquiteto italiano J. Pucci e construído por Antonio Lanzac.

Teatro


Idealização, construção e inauguração

A história do Teatro Municipal começou em 1911, quando jovens sanjoanenses retornaram dos estudos na Europa e nos Estados Unidos dispostos a incentivar a cultura em sua terra. Procuraram, em São Paulo, uma construtora que montava casas de diversões pelo interior do estado. Naquele ano, em 15 de setembro, o vereador Joaquim Lourenço de Oliveira propôs isenção de impostos por dez anos a quem construísse um teatro na cidade. A proposta foi aceita pela Câmara de Vereadores em 15 de abril de 1912 e aprovada a seguinte lei: “Concede favores e garantia de juros ao major José Evangelista de Almeida ou empresa que organiza para construir um Teatro nesta cidade. A garantia será de 8% de juros, sobre o capital de 80 contos de réis pelo prazo de dez anos”. A partir de então José Evangelista de Almeida, gerente da Casa Bancária, passou a buscar capital em forma de ações, assim como o empréstimo em debêntures.

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MAXIMINA CONCEIÇÃO GUSTAVSON

Dona Maximina nasceu em Vila Real, Portugal, em 1884, tendo ficado viúva muita jovem, passando a residir com Dona Ida Westmann, casada com Emílio Westmann, que havia herdado a Padaria Alemã de seu pai, Henrique Westmann.

Em terras sanjoanenses Carl Gustavson (sueco) e Dona Maximina conheceram-se e casaram-se no dia 20 de janeiro de 1913. Com a morte de Emílio Westmann em 1921, Dona Ida vendeu a padaria e a casa com toda a mobília para o casal, que a dirigiram juntos, até o falecimento de Carl ocorrido no dia 19 de julho de 1958, tendo Dona Maximina permanecido no comando do estabelecimento até seu falecimento em 20 de junho de 1965. Dona Maximina é mãe de Jeny Gustavson Saraiva. (Por Rodrigo Rossi Falconi—Membro da Academia de Letras de São João da Boa Vista).

 A Padaria da D. Maximina

“Graças à moderna tecnologia, imagens e sons podem ser quase eternizados com fidelidade cada vez mais impressionante nos cds, dvds e, sabe Deus o que mais virá por aí. Odores e sabores porém, não têm as mesmas possibilidades. Mesmo contidos em fórmulas, não podem ser reproduzidos com as mesmas características, pois outras mãos que não aquelas, jamais conseguirão fazê-los.

Quem viveu os tempos da Padaria sabe do que estou falando. Sãojoanenses daquela época lembram-se com saudade e, por que não dizer, orgulho, daqueles pães, doces, biscoitos e bolachinhas divinos.

Tudo na padaria era especial. O prédio era diferente de todas as construções da cidade, tijolinhos vermelhos sem reboco, puxado ao estilo inglês, muitas janelas e portas, a loja na frente e a residência da família atrás, a enorme chaminé e o portão lateral por onde entravam os caminhões trazendo lenha e as mercadorias. A localização privilegiada, na avenida principal, esquina com Floriano Peixoto, em frente ao cinema, às lojas importantes da época e passagem obrigatória para os bairros mais afastados. Até hoje o ponto é disputado.

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