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Ilustres Mulheres

MARLY EVANGELINE ESTEVES CAMARGO

 “Marly, o gênio que a música perdeu”

  Revista Crepúsculo – Dezembro de 1957

  “Desaparecendo aos 11 anos de idade, deixou entristecida uma cidade inteira que via nela uma segunda Guiomar Movais — Marly compôs 20 músicas — Um recital no Teatro Municipal de São Paulo que não foi e nunca será realizado — Quando a terra caiu sobre o corpo de Marly, a cidade emudeceu — Com 2 anos e 3 meses já tocou “Carnaval em Veneza” — Um piano em silêncio.

 Aos 6 anos, Mozart compôs “A Marcha Turca”. A nossa Marly, aos 4 anos, compôs  “Caixinha de Música”.

 Eunice tocava no piano ”Carnaval em Veneza”. Uma criança e sua ama escutavam caladas. Ao terminar a execução, Eunice saiu sem se despedir de Da. Benedita. A criança sentou-se ao piano e estava tocando a mesma música, quando a mestra gritou:

—“Está  errado,  Eunice”!  (pensando tratar-se de  sua aluna)

A ama respondeu-lhe —:

—“Não é a Eunice, Da. Ditinha. É a Marly!!!…”

Ante a professora e mãe, a criança executou de novo a música e sem erros.

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CAROLINA MALHEIROS

Origens da Santa Casa de Misericórdia “Carolina Malheiros” de São João da Boa Vista

Durante todo o século XIX, a população de São João da Boa Vista que precisava de cuidados médicos dependia, quase sempre, de pessoas não habilitadas ou era atendida por alguns médicos, que exerciam a arte de curar com mínimos recursos, enfrentando dificuldades de acesso e encontrando condições desfavoráveis na própria moradia dos enfermos. Frente a este quadro, surgiram algumas pessoas dotadas de espírito altruísta que passaram a se dedicar a um projeto de implantar na cidade um hospital, principalmente para abrigar os menos afortunados.

O primeiro impulso foi dado em fevereiro de 1891 por Dona Carolina Augusta dos Santos Malheiros Vasconcellos, que doou em testamento 30 contos de réis para a criação da Santa Casa local. Formou-se, então, uma direção provisória, presidida por Antônio Benedicto dos Santos Malheiros, ilustre advogado e irmão de Carolina, que organizou uma campanha na cidade para conseguir o terreno. Em 13 de maio de 1891, a pedra fundamental foi lançada, porém o projeto inicial não progrediu, pois o terreno conseguido localizava-se no centro da cidade e as normas sanitárias da época não aconselhavam a instalação de um hospital próximo a aglomerados humanos. O impasse somente se resolveu quando, em 1893, Conrado Marcondes de Albuquerque e esposa doaram, em vida, um terreno em um loteamento na periferia da cidade.

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